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sexta-feira, 8 de abril de 2011

toda especie de amor


Toda espécie de amor…

Não vou falar só de amor homem e mulher, não só daquele amor romântico, de namorar, andar de mãos dadas, morrerem de ciúmes um do outro; vou falar de um sentimento mais completo, aquele que deveria mover o mundo.

Amor de verdade é o que nos faz ficar tristes por alguém que não conhecemos, que faz incluirmos em nossas orações pessoas em dificuldade no outro lado do planeta, aquele que nos permite perdoar mesmo quem nos fez sofrer muito, e ter desejo de ver outras pessoas bem.

Considero amor o sentimento de uma mãe, que perde noites de sono por seu filho e diz que ele é a melhor coisa do mundo; considero amor, a gratidão de um filho que cuida de seus pais idosos ao invés de deixá-los em asilos ou casas de repouso, e faz isso com prazer não só por obrigação.

Acredito no amor inocente das crianças, que cada sorriso delas é sincero, cada gesto é verdadeiro, sem nenhuma maldade, tão simples a tão belo, que deveria ser mantido toda a vida.

Entendo ser amor a necessidade de sorrir e ser feliz,necessidade de um abraço, uma lágrima de alegria pelo sucesso de outra pessoa, um abraço amigo a quem precise, a isenção de toda espécie de preconceito, a ausência de rancor, a vontade de ser útil. Acredito ser amor um bom dia sincero, um abraço apertado, um ato de solidariedade por menor que seja.

Enfim... O mundo é, mesmo que não saibamos reconhecer, movido por esse sentimento, tão completo, tão incrível, e tão necessário pra acabar com tanta tragédia, com tanta dor...

Não escrevo pra falar de um mero sentimento... Mas de toda espécie de amor.